DIARIO DA ILHA: Evangélica estava ouvindo hino da Assembléia de Deus e apanhou do pai.

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sexta-feira, 17 de março de 2017

Evangélica estava ouvindo hino da Assembléia de Deus e apanhou do pai.

Ele me agrediu porque eu sou especial e estava ouvindo hinos da Assembleia de Deus alto.

Um idoso foi apresentado na 14ª Delegacia Regional de Pedreiras (MA), acusado de agredir a própria filha. O caso aconteceu na cidade de Lima Campos-MA. Manoel Nonato dos Santos, 63 anos de idade, foi conduzido pela guarnição composta pelo Sargento J. Morais e o guarda municipal Anchieta. A guarnição, ao chegar a casa do acusado, encontrou uma arma de fogo, uma espingarda calibre 16, 7 munições e um facão. O idoso encontra-se preso à disposição da Justiça.
O sargento J. Morais explicou mais detalhes da ocorrência. “Fomos procurados pela vítima na delegacia; ela disse que o pai a tinha agredido; e, juntamente com apoio da guarda municipal, nos deslocamos até a residência e efetuamos a prisão do acusado. Lá foi encontrado uma cartucheira calibre 16, com 7 munições e foi feita a condução até a 14ª Delegacia Regional em Pedreiras”, disse. A vítima relatou a imprensa os momentos que passou sendo agredida pelo próprio pai. “É porque eu estava ouvindo hinos da igreja Assembleia de Deus, porque eu sou da Assembleia de Deus; aí ele baixou o som, deixou bem baixinho; eu disse: ‘pai não baixa muito, senão não fica muito ruim para eu ouvir aqui, da cozinha,’ que ficava distante; aí ele ficou zangado e disse: ‘tu quer é apanhar?’ Aí, ele deu um murro na mesa, chegou perto de mim e deu murro no meu rosto, deu outro murro e depois puxou meu cabelo; ele tacou a minha cabeça na lajota, pisou por cima de mim, em cima do meu dedo, na minha cabeça. Não é a primeira vez que ele me agride, faz isso direto. Eu sou uma pessoa especial, tomo remédio controlado. Tenho uma filhinha, gosto muito da minha filhinha, mas a minha mãe nos abandonou e deixou eu com meu pai, nos moramos na mesma casa”, contou. A polícia explicou como encontrou o idoso e o que vai acontecer com ele.
“Ele disse que a arma serve para caça e sobre as agressão, alegou que a filha é que é agressiva, quebra as coisas dentro de casa e fica ouvindo som alto. Mas ele estava normal, não reagiu à prisão, não estava embriagado, mas vai responder pela agressão e pela posse da arma”, disse o sargento J. Morais. Não seria mais um caso para a Assistência Social do município, do que propriamente, a polícia? O homem é um idoso e a filha, uma senhora especial que toma remédio controlado e estaria perturbando o pai com som alto...

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